domingo, 8 de janeiro de 2012

Bandidos levam apenas R$ 700,00 reais em dois assaltos em Quixadá

No primeiro, uma vendedora ficou em pânico após o assalto e um senhor teve sua carteira levada, no segundo. Uma loja que fica localizada a rua Dr. Rui Maia, em pleno Centro da cidade de Quixadá, no Sertão Central cearense, foi vítima de um assalto. Segundo as vítimas, um indíviduo moreno, magro e cabelo curto, trajando uma blusa gola polo, cor marfim, adentrou o estabelecimento comercial e com menção de estar armado, anunciou o assalto e levou da vítima um aparelho celular e a quantia de R$300,00(trezentos reais) da loja. A vendedora entrou em pânico e somente após algumas horas conseguiu detalhar os dados do fato delituoso. Uma composição do Ronda do Quarteirão iniciou diligências no intuito de localizar e prender os acusados, até o momento sem êxito. O segundo caso aconteceu na Rua Tabelião Enéas de Lima, próximo ao Mercado Público de Quixadá, um senhor de 52 anos, residente na localidade de Caracol, acionou o policiamento, informando que teve sua carteira batida, com seus documentos e a quantia de R$ 400 (quatrocentos reais), não sabendo precisar a autoria nem características de suspeitas. O policiamento da moto patrulha (Cobo Arthur Soldado Alysson) compareceu ao local, juntamente com uma viatura do Ronda (Sd’s Magno, Joel, Décio, Fabiano Loiola) e colheram as informações atinentes ao fato e iniciaram diligências até o momento sem êxito. Comente essa matéria e seja nosso seguidor no facebook. Mais Informações: Delegacia Regional de Polícia Civil de Quixadá Endereço: Rua Brasílio Pinto, 1445, Combate Fone: (88) 3445.1047 Fonte: Revista Central

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pesquisa mostra que consumo de crack começa a substituir o de bebidas alcoólicas

A facilidade de acesso e o baixo custo do crack estão fazendo com que a droga se alastre pelo País. Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 7, pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que o crack está substituindo o álcool nos municípios de pequeno porte e áreas rurais. Nos grandes centros, uma pedra de crack custa menos de R$ 5. Dentre os 4,4 mil municípios pesquisados, 89,4% indicaram que enfrentam problemas com a circulação de drogas em seu território e 93,9% com o consumo. O uso de crack é algo comum em 90,7% dos municípios. “Verificamos que o uso de crack se alastrou por todas as camadas da sociedade, a droga que, em princípio, era consumida por pessoas de baixa renda, disseminou-se por todas as classes sociais”, aponta a pesquisa. O custo efetivo das ações de combate ao crack e outras drogas nos municípios chega a mais de R$ 2,5 milhões. De acordo com o CNM, faltam profissionais capacitados e verbas destinadas para a manutenção das equipes e dos centros de atenção que deveriam estar disponíveis aos usuários. O relatório mostra que 63,7% dos municípios enfrentam problemas na área da saúde devido à circulação da droga. A fragilidade da rede de atenção básica aos usuários, a falta de leitos para a internação, o espaço físico inadequado, a carência na disponibilidade de remédios e a ausência de profissionais especializados na área da dependência química são os principais entraves apontados pelos gestores municipais. Em relação à segurança pública, os principais problemas estão relacionados ao aumento de furtos, roubos, violência, assassinatos e vandalismo. Existem ainda apontamentos em relação à falta de policiamento nas áreas que apresentam maior vulnerabilidade. Outra questão revelada pela pesquisa é a fragilidade da rede de Proteção Social Especial e do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) que tem como objetivo trabalhar as demandas dos usuários de drogas. Estes serviços são deficitários em 44,6% dos municípios. De acordo com a pesquisa, um dos grandes problemas é a falta de controle das fronteiras do País. Outro fator relevante, segundo o CNM, é o papel que as indústrias produtoras de insumos utilizados para o preparo do crack desempenham. “A grande questão é a fiscalização da venda desses produtos, que atualmente é feita de maneira insuficiente.” A primeira pesquisa da CNM, divulgada em dezembro do ano passado, mostrou que 98% dos municípios pesquisados confirmaram a presença do crack em sua região. Em abril, a confederação lançou o portal Observatório do Crack para acompanhar a situação dos municípios, com informações sobre o consumo, os investimentos e os resultados das ações de combate à droga. Agência Brasil

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ronda se prepara para formatura de 795 crianças do PROERD


O Ronda do Quarteirão de Quixadá se prepara para formar a 1ª turma do PROERD, agora coordenado pelo Batalhão de Policiamento Comunitário (BPCOM) em Quixadá.

795 crianças estão se preparando para a Formatura PROERD, que acontecerá no mês de outubro. 11 escolas da rede pública e particular foram comtempladas pelo programa. O Educador Social do PROERD, CB PM Cila Rodrigues de Oliveira, disse “Nossas crianças quixadaenses estão vacinadas contra as drogas. Esperamos que as lições aprendidas possam contribuir no firme combate às drogas e a violência”. O Sd PM João Alves Campos, também Educador Social do PROERD, disse que “Dedicamos todo o nosso tempo na formação de crianças que se comprometeram a dizer não às drogas”.

O PROERD – Programa Educacional de Resistências às Drogas e a Violência é considerado o maior programa de prevenção às drogas no mundo. No estado do Ceará o programa é coordenado pelo Ronda do Quarteirão que ampliou atenção especial à crianças e adolescentes no combate às drogas.

Quixadá é exemplo da prevenção às drogas. Desde sua reimplantação em 2009 que o PROERD ampliou sua rede de proteção e combate às drogas.

Maiores informações sobre a Formatura PROERD será comunicado neste Blog, Aguardem.

Maioria é contra aborto e maconha, diz pesquisa

De acordo com a coluna do jornalista Ricardo Noblat, do jornal “O Globo”, uma pesquisa encomendada pelo PSDB mostrou que a maioria da população é contra a legalização do aborto e da maconha.

Na questão de dar legalidade ao consumo da droga, 77% se posicionaram contra e 17% a favor. Quanto à legalização do aborto, 73% votaram contra e apenas 21% a favor.
A pesquisa confirma também que a redução da maioridade penal, de 18 anos para 16 anos, tem total apoio da sociedade: 79% a favor e 17% contra. A maioria é a favor da pena de morte: 57% x 34%. Quanto à política de cotas para negros, há divisão: 49% contra e 43% a favor.

A tese do desarmamento, derrubada no referendo de 2005 por 64% a 36%, hoje teria resultado diferente, pois 61% dos ouvidos apoiam o desarmamento, e apenas 33% são contra.

De acordo com o cientista político Antonio Lavareda, a mudança de opinião é atribuída ao aumento da sensibilidade e compreensão diante do advento da violência.

Fonte: Verdade Gospel

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cresce acesso aos sites e blogs de Noticias em Quixadá


Atualmente a internet tem sido um meio muito utilizado pela população. Com ela podemos praticamente realizar tudo o que desejarmos ou necessitarmos, pois a mesma abrange um grande e extenso local de meio de informações, comunicações e entretenimento.

Realmente não são todas as pessoas que possuem acesso a internet todos os dias, ou pelo menos frequentemente, mas a grande maioria das pessoas já não vive mais sem a web e seus grandes benefícios. Talvez você nem concorde que a internet tenha toda esta importância para a sociedade nos dias de hoje, mas pode ter certeza que tem sim meu caro, e que se ela de uma hora para outra desaparecesse (o é praticamente impossível) muitas pessoas ficariam perdidas, pois muitos trabalhos seriam perdidos, grandes investimentos iriam por água abaixo, e assim o desemprego iria crescer mais ainda, juntamente com milhares de dívidas de quem se dedicou na internet.

Como você pode ver, a importância da internet para a atualidade não é pequena não caro internauta, afinal de contas, além de divertimento, comunicação, fontes de pesquisa e estudo, entretenimento e muito mais, pessoas hoje trabalham com a internet, lhe fornecendo notícias, estudo, tecnologia e até mesmo locais de compras. É isso mesmo, hoje você nem mais precisa sair de casa para comprar algo, consegue pesquisar os melhores preços de aparelhos e equipamentos em poucos minutos e tudo no conforto de uma casa. Existe algo melhor ou mais prático? Valorize o que você tem hoje disponível em sua mão, pois muitos ainda não podem usufruir destes benefícios pelo mundão a fora.

Em Quixadá, maior metrópole do Sertão Central, a internet cresce numa estrutura jamais vista em qualquer cidade interiorana. Noticias, moda, informação, entretenimento o dia dia da população é analisado e questionado através de sites e blogs especializados. Repórteres e jornalistas usam a criatividade na informação tornando a população mais consciente dos seus direitos e deveres. Acredito que não exista uma população mais atenta e questionadora no Ceará do que a população de Quixadá. Não apenas jornalistas e repórteres se dão ao luxo de questionar e criticar o que é sumamente importante no contexto social. A população opina e questiona junto com eles a problemática e as questões a serem solucionadas.

Às vezes fico perguntando que mídia, no momento, influencia mais a população. O radio a tv ou a internet? Em Quixadá não podemos desconhecer a influência da internet através dos sites e blogs. Quem não já acessou a “Revista Central”, “Monólitos Post” ,”Quixadá é Noticia”, “Diário Sertão Central”, “Noticias Sertão Central”, “Central Quixadá” e tanto outros que representam o que há de melhor no jornalismo cearense. Já acostumei logo cedo, antes de ligar o radio primeiro acesso a internet. Parabéns a estes profissionais e a população de Quixadá por tudo que representam para nossa população.

Cila Rodrigues de Oliveira – CB PM
Assessor de Imprensa do Ronda do Quarteirão/Quixadá

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Entra em vigor lei que amplia fiança e restringe preventiva


Agora é pra valer. A partir de amanhã, dia de 5 de julho de 2011, passa a vigorar no Brasil a nova lei que altera o Código de Processo Penal (CPP), instituído no dia 3 de outubro de 1941. A legislação que chega para mudar os critérios da prisão preventiva e dar maior amplitude à concessão da fiança, é motivo de expectativa e apreensão entre os operadores do Direito, especialmente os chamados advogados ´penalistas´ .

O Diário do Nordeste, que já havia antecipadamente tratado a questão, foi ouvir o que dizem os especialistas sobre a nova legislação. "É forçoso reconhecer que a nova lei inova ao exigir maior cautela e prudência quando da aplicação da prisão preventiva, considerando-a como uma medida absolutamente excepcional", destaca o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do Ceará (OAB-CE), Valdetário Andrade Monteiro.

Fiança

A inovação que o presidente da seccional cearense da OAB ressalta, vem misturada a um sentimento de cautela. Não é para menos. Com as alterações, mais de uma centena de crimes previstos no Código Penal, punidos com até quatro anos de reclusão, passam a ser afiançáveis.

Delitos como homicídio culposo (quando não há intenção de matar), aborto provocado pela gestante ou com o seu consentimento, cárcere privado e sequestro, extorsão indireta, furto simples, dano qualificado, receptação, violação de direito autoral (´pirataria´ de obras artísticas como filmes e músicas), vilipêndio de cadáver, arrebatamento de preso, falso testemunho, fraude processual, falsificação de medicamentos e até formação de quadrilha, passarão a ser afiançáveis.

Com isto, quem for primário perante a Justiça (não tiver condenação definitiva), mesmo que cometa algum dos crimes citados anteriormente, sendo preso em flagrante, pagará fiança ainda na delegacia de Polícia e será, imediatamente, solto.

"Seria precipitado quantificar quantos presos seriam alcançados imediatamente com a concessão de fiança e, consequentemente, devolvidos à liberdade. Mas, o certo é que a lei parece não disfarçar que o Poder Público admite a ineficiência do atual sistema penitenciário, que se apresenta superpopuloso, com déficit de 110 mil vagas, e ocupando a quarta colocação entre os países que mais aprisionam", diz Monteiro.

Entre os especialistas no Direito Penal, uma opinião é unânime, a lei veio para servir como paliativo à grave crise do Sistema Penitenciário. "Neste momento, ela traz mais expectativa do que efeitos práticos", arremata o presidente da OAB.

CADEIAS LOTADAS

Para Vasques, "o Sistema fracassou"

Criminalista afirma que "a nova lei traduz silenciosa confissão do Estado de que o Sistema Penitenciário faliu"

Com uma população carcerária superior a 16 mil presos, o Estado do Ceará, como de resto todo o Brasil, sofre com a grave situação de superlotação de suas unidades penitenciárias, sejam aquelas destinadas aos condenados, ou as que abrigam os presos provisórios, isto é, que aguardam julgamento ou cumprem preventiva. Com as mudanças no CPP, é possível que a situação seja amenizada.

Para o criminalista Leandro Vasques, mestre em Direito, ex-presidente do Conselho Penitenciário do Estado, professor de Direito e atual presidente da Caixa de Assistência ao Advogado do Estado do Ceará (Caace), o texto da legislação que entra em vigor nesta terça-feira, "apesar de alguma evolução, traduz uma confissão tácita e silenciosa do Estado de que o superpopuloso Sistema Penitenciário faliu e fracassou completamente em sua finalidade".

Porém, ressalta que o dispositivo também sugere "a criação de novas alternativas ao cárcere". E cita o elenco das medidas cautelares previstas na lei, como a prisão domiciliar e o monitoramento eletrônico de presos.

"O artigo 282 do Código de Processo Penal, com sua nova redação, criará balizas para a aplicação das medidas cautelares, impondo a observância de parâmetros razoáveis e proporcionais para a eventual constrição da liberdade".

Fiança

Sobre a ampliação do raio da fiança, Vasques adverte, ainda, que, deverá a autoridade policial ter bastante cautela no exercício do arbitramento.

"A lotação dos xadrezes (das delegacias de Polícia) não deve, de modo algum, servir de único alicerce para o afiançamento. Também outros aspectos devem ser levados em conta", diz o mestre em Direito. Ele ressalta como importante, por exemplo, a ´positivação´ da prisão domiciliar no Brasil.

REFLEXÃO

Quezado diz que haverá "mudança de mentalidade"

O advogado cearense Paulo Quezado, um dos mais renomados criminalistas brasileiros, acredita que as mudanças advindas da lei 12.403/11 irão representar "uma mudança de mentalidade dos operadores do Direito, com reflexos positivos na redução do quadro de superlotação do sistema carcerário brasileiro", adverte.

Segundo ele, dos mais de 16 mil detentos que se encontram nos estabelecimentos penais do Ceará, conforme relatório da Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus), metade deles são provisórios. "Muitos poderiam estar em liberdade, mas continuam sob a custódia do Estado antes mesmo do trânsito em julgado (sentença definitiva) da ação penal, levando a uma superpopulação nas unidades prisionais e delegacias de Polícia e, ainda, obrigando o Estado a construir, quase todos os anos, novas unidades de detenção provisória", alerta Quezado.

Para o especialista, a nova lei, além de "evitar o encarceramento antecipado e desnecessário, traz novas regras para a prisão processual, fiança, liberdade provisória e medidas cautelares alternativas".

"Agora, ninguém mais poderá responder preso a processo em virtude de prisão em flagrante, devendo o magistrado, ao ser comunicado do ato, relaxar a prisão ilegal, conceder a liberdade provisória com ou sem fiança, podendo, quando necessário, estabelecer medidas cautelares diversas da prisão, ou, em último caso, converter o flagrante em prisão preventiva, ressaltando-se aqui, a necessidade da presença dos requisitos estabelecidos no artigo 312 do Código de Ritos Criminais", explica Paulo Quezado.

Entre as nove medidas cautelares, ele cita o comparecimento periódico em Juízo, proibição de acesso a determinados lugares, recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga, suspensão do exercício de função pública ou de atividade de natureza econômica ou financeira, internação provisória, fiança (quando cabível), e o monitoramento eletrônico.

Fonte: Diario do Nordeste